quarta-feira, fevereiro 20, 2008

apologia!?!?

É mais fácil compreender o cinismo dos outros quando se tem consciência de que para todos os outros você é o outro.

"Não há nada mais bonito do que ser independente
E poder se conquistar, sair, chegar, assim tão simplesmente. . .
Não há nada mais tranquilo do que ser o que se sente
E poder amar, perder, chorar, depois ganhar assim tão livremente
não há nada mais sozinho do que ser inteligentee poder cantarolar, errar, desafinar,
assim sinceramente
sinceramente. "

Sérgio Sampaio

sábado, fevereiro 16, 2008

e-mail

Mesmo com a perspectiva de lucro, perder é sempre muito difícil...
Sigamos o fluxo...mastigando as dores e engolindo boas possibilidades.

"sonhos são como deuses
quando não se acredita neles, deixam de existir
lutei por sua alma, mas... admito que perdi"

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Restos de carnaval

Há tempos que a vontade de cuidar das minhas pimenteiras não se manifestava tão genuinamente. Menos como exercício (sem deixar de ser), mais pelo prazer. Ainda não sou um bom jardineiro mas aprenderei.
Obrigado a Sandro por dicas tão valiosas

domingo, janeiro 20, 2008

uma luta

o ancião x o imberbe
o velho x o infante
frente a frente
cara a cara
um olhar
LI
QUI
DI
FIC
ADOR

terça-feira, janeiro 15, 2008

janeiro

vários novos começos, vários velhos recomeços
pimenteiras mortas, mais sementes na terra
e horizonte

sexta-feira, dezembro 21, 2007

um cuidado

Se reconsiderar é praticamente uma certeza... controlar os impulsos também deve ser...alheio aos arrependimentos...

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Leveza????

"As privadas dos banheiros modernos saem do chão como a flor branca do nenúfar. O arquiteto faz o impossível para que o corpo esqueça sua miséria e para que o homem ignore o que acontece com os dejetos de suas entranhas quando a água da caixa os leva gorgolejando cano abaixo. Os canos dos esgotos, ainda que seus tentáculos cheguem até nossos apartamentos, são cuidadosamente escondidos de nossos olhares, e nada sabemos acerca dessas invisíveis Venezas de merda sobre as quais estão construídos nossos banheiros, nossos quartos de dormir, nossos salões de festa e nossos parlamentos.(...)Não existe nada mais miserável do que um corpo nu sentado na embocadura aberta de um cano de esgoto. Sua alma perdeu a curiosidade de espectadora, sua maledicência, seu orgulho; voltou para o fundo do corpo, para dentro das dobras mais escondidas. Esperava desesperadamente ser chamada de volta."

Milan Kundera