segunda-feira, agosto 31, 2009

Amor

Leve, como leve pluma
Muito leve, leve pousa.
Muito leve, leve pousa.

Na simples e suave coisa
Suave coisa nenhuma
Suave coisa nenhuma.

Sombra, silêncio ou espuma.
Nuvem azul
Que arrefece.

Simples e suave coisa
Suave coisa nenhuma.
Que em mim amadurece

João Ricardo - João Apolinário

terça-feira, agosto 11, 2009

??????

Um cafuné. Feijão e fumaça. Fumaça e feijão. Chocolate. Brisa. Pau de chuva ou a própria chuva. Cobertor ou Ventilador no tempo certo. Uma cantiga de ninar para alguém cansado. REDE... Uma dessas sutilezas entorpecentes para alguém que esteve exposto ao sol, ao mar, ao céu e que depois de toda a briga e a exaustão precisa estar desperto para seguir viagem.


“Perversidade é um mito inventado por gente boa para explicar o que os outros têm de curiosamente atrativo.”
Oscar Wilde

sábado, agosto 01, 2009

substituição do que seria Boomerang

Tudo que se acende apaga
Tudo que está dentro sai
Tudo que sobe desce
E tudo se encaixa

Tudo que se perde ganha
Tudo que levanta cai
Tudo que bate apanha
E tudo se encaixa

Tudo que se lembra esquece
Tudo que volta vai
Tudo que é triste alegre
E tudo se encaixa

Tudo que é feio é belo
Tudo que é filho é pai
Tudo martelo e prego
E tudo se encaixa

TUDO by John

sexta-feira, julho 24, 2009

rádio oráculo



Certos dias, de chuva, nem é bom sair de casa, agitar
É melhor dormir...
Se você tentou e não aconteceu
Valeu!
Infelizmente nem tudo é exatamente como a gente quer...

As pessoas sempre têm chance de jogar de novo e errar
Ver o que convém, receber alguém no seu coração
Ou não!
Infelizmente nem tudo é exatamente como a gente quer...
Deixa chover....

Guilherme Arantes

sexta-feira, julho 17, 2009

segunda-feira, julho 13, 2009

"Nota" ou "Ainda (palavra de ordem)"


Mais uma tentativa frustrada...minhas pimenteiras morreram outra vez...cuidei, reguei, até amei, mas elas adoeceram ainda assim...tempo de reflexão e pesquisa...eu quero pimenteiras e as terei, vivas, belas e produtivas...creio que preciso de adubo e tempo bom pra mais uma vez semear e esperar que cresçam belas e produtivas. Hoje ainda não. Daqui do canto dos maus hábitos, olho pro seus talos já sem folhas, secando, e lembro da vida que houve ali, da expectativa que plantei ali...um velório..de pimenteiras...ainda preciso perder a esperança, ainda preciso ter certeza de que elas não ressuscitarão, embora isso já me pareça óbvio...nesse caso a morte não exige um enterro...e quando for a hora eu as arrancarei da terra. Hoje, ainda, não é possível.