sábado, dezembro 17, 2011
domingo, dezembro 04, 2011
segunda-feira, outubro 10, 2011
segunda-feira, setembro 12, 2011
segunda-feira, setembro 05, 2011
domingo, agosto 07, 2011
quinta-feira, julho 28, 2011
quarta-feira, julho 13, 2011
termômetro
Senti frio... mas o meu coração se manteve aquecido por outros corações cheios de afeto.
Também senti calor... no frio... embora...um coração bem perto do meu batesse morno.
Para todas as possibilidades de temperatura: obrigado!
quarta-feira, julho 06, 2011
Rádio Oráculo de hoje
Se um dia meu coração for consultado
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
Porém (ai, porém)
Há um caso diferente que marcou num breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Carregava uma tristeza
Não pensava em outro amor
Quando alguém que não me lembro anunciou:
Portela! Portela!
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou
Ai, minha Portela, quando vi você passar
Senti o meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu; nem era do mar
Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
(by Paulinho da Viola)
Para saber se andou errado
Será difícil negar
Meu coração tem mania de amor
Amor não é fácil de achar
A marca dos meus desenganos ficou, ficou
Só um amor pode apagar
Porém (ai, porém)
Há um caso diferente que marcou num breve tempo
Meu coração para sempre
Era dia de carnaval
Carregava uma tristeza
Não pensava em outro amor
Quando alguém que não me lembro anunciou:
Portela! Portela!
O samba trazendo alvorada
Meu coração conquistou
Ai, minha Portela, quando vi você passar
Senti o meu coração apressado
Todo o meu corpo tomado
Minha alegria voltar
Não posso definir aquele azul
Não era do céu; nem era do mar
Foi um rio que passou em minha vida
E meu coração se deixou levar
(by Paulinho da Viola)
domingo, maio 29, 2011
quinta-feira, maio 19, 2011
sexta-feira, maio 13, 2011
segunda-feira, maio 02, 2011
estudo para D.R.
Mesa de bar; casal; um homem e uma mulher.
ELE: Bonita ela!
ELA: Como assim bonita ela?
ELE: Como assim? Como assim bonita ela?
ELA: O que é que você quis dizer com isso?
ELE: Exatamente o que eu disse: bonita ela.
ELA: Você está querendo dizer que eu sou feia?
ELE: Não! Só estou querendo dizer o que eu disse: bonita ela.
ELA: Considerando que ela é loira, alta e magra e eu sou morena e baixinha, está claro o recado: você me acha feia.
ELE: Está claro...tá claro que você tá criando caso!
ELA: Eu sabia. Agora vai começar. Eu sou a problemática, que cria caso com tudo, o poço da insegurança, que não deixo você respirar, que você precisa de espaço, que não sabe como me aguenta, que eu vejo maldade em tudo, que por minha causa a gente briga todo dia...e não me pede calma porque eu estou calma, calmíssima! Não vou fazer nenhum barraco. Você sabe que eu não sou disso...
ELE: Sei...sei sim. Só fala um pouquinho mais baixo, não sei se você percebeu mas tem gente nas mesas vizinhas e ninguém é obrigado.
ELA: Ninguém é obrigado a quê? A saber que você é um safado que não tem o menor pudor de paquerar outra mulher na cara da sua mulher?
ELE: Mas eu não paquerei ninguém.
ELA: Ah não!? Ela pode não ter percebido mas eu sei o que se passou em sua cabeça suja!
ELE: Pelo amor de Deus! Nem ela nem ninguém aqui me viu paquerar!
ELA: Tá vendo? Apelou! Você nem acredita em Deus e botou ele na jogada. Reflexo claro da culpa. E o que você quer dizer com "ninguém aqui"? Você anda paquerando por aí não é? E depois eu sou a intolerante, incompreensiva. É bom que você se lembre de que eu não estou disposta a viver um relacionamento aberto. Se você tá comigo, tá só comigo!
ELE: Estar com você, só com você não significa estar cego e impossibilitado de ver a beleza nas pessoas.
ELA: Então são as pessoas... tem mais de uma? Não é só a vaca oxigenada do balcão? São várias? Você continua o mesmo galinha de quando eu te conheci. Sete anos se passaram e você não mudou nada! Bem que minha mãe sempre dizia que isso não ia dar certo.
ELE: Agora foi você que apelou. Eu pelo menos citei Deus agora você vem trazendo o diabo pra conversa!
ELA: Não fale assim de minha mãe.
ELE: Oi...garçon...por favor...a conta.
ELA: Não entendi! Você pediu a conta por quê? Pra onde a gente vai?
ELE: Você eu não sei. Eu tô indo pro Elevador Lacerda. E vê se não vem atrás de mim, porque aí ao invés de pular eu te jogo de lá cima!
Sai
Ela vai atrás praguejando, tentando convencê-lo a voltar, pedindo desculpas.
ELA: Como assim bonita ela?
ELE: Como assim? Como assim bonita ela?
ELA: O que é que você quis dizer com isso?
ELE: Exatamente o que eu disse: bonita ela.
ELA: Você está querendo dizer que eu sou feia?
ELE: Não! Só estou querendo dizer o que eu disse: bonita ela.
ELA: Considerando que ela é loira, alta e magra e eu sou morena e baixinha, está claro o recado: você me acha feia.
ELE: Está claro...tá claro que você tá criando caso!
ELA: Eu sabia. Agora vai começar. Eu sou a problemática, que cria caso com tudo, o poço da insegurança, que não deixo você respirar, que você precisa de espaço, que não sabe como me aguenta, que eu vejo maldade em tudo, que por minha causa a gente briga todo dia...e não me pede calma porque eu estou calma, calmíssima! Não vou fazer nenhum barraco. Você sabe que eu não sou disso...
ELE: Sei...sei sim. Só fala um pouquinho mais baixo, não sei se você percebeu mas tem gente nas mesas vizinhas e ninguém é obrigado.
ELA: Ninguém é obrigado a quê? A saber que você é um safado que não tem o menor pudor de paquerar outra mulher na cara da sua mulher?
ELE: Mas eu não paquerei ninguém.
ELA: Ah não!? Ela pode não ter percebido mas eu sei o que se passou em sua cabeça suja!
ELE: Pelo amor de Deus! Nem ela nem ninguém aqui me viu paquerar!
ELA: Tá vendo? Apelou! Você nem acredita em Deus e botou ele na jogada. Reflexo claro da culpa. E o que você quer dizer com "ninguém aqui"? Você anda paquerando por aí não é? E depois eu sou a intolerante, incompreensiva. É bom que você se lembre de que eu não estou disposta a viver um relacionamento aberto. Se você tá comigo, tá só comigo!
ELE: Estar com você, só com você não significa estar cego e impossibilitado de ver a beleza nas pessoas.
ELA: Então são as pessoas... tem mais de uma? Não é só a vaca oxigenada do balcão? São várias? Você continua o mesmo galinha de quando eu te conheci. Sete anos se passaram e você não mudou nada! Bem que minha mãe sempre dizia que isso não ia dar certo.
ELE: Agora foi você que apelou. Eu pelo menos citei Deus agora você vem trazendo o diabo pra conversa!
ELA: Não fale assim de minha mãe.
ELE: Oi...garçon...por favor...a conta.
ELA: Não entendi! Você pediu a conta por quê? Pra onde a gente vai?
ELE: Você eu não sei. Eu tô indo pro Elevador Lacerda. E vê se não vem atrás de mim, porque aí ao invés de pular eu te jogo de lá cima!
Sai
Ela vai atrás praguejando, tentando convencê-lo a voltar, pedindo desculpas.
quarta-feira, abril 06, 2011
daqui agora
A - Você ainda está aí?
B - Sim, estou. Aqui.
A - Não parece.
B - (longa pausa)
É que aqui...deixa pra lá.
A- Egoísta!!!!!
B - Hã??
A - Deixa pra lá.
B - Calma. Vamos fazer o seguinte. Eu tô aqui . Assim que der eu volto. Ok?
A - Egoísta!!!!
B - Obrigado e té breve.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Salvador/Recife (Carnaval partido e eu inteiro)
Vem o sapo
Vem a rã
Vem a cobra
Vem a gia
Todo mundo preparado
Pra fazer a confraria
Toda rua de olinda
Tem saida pra bahia
Quando junta brasileiro
Só se fala em alegria
Eu nem sei que amei você
E seguirei te amando mais
Uma fantasia de bruxinha
Sem vassourinha não se faz
Como olinda
São lindos os dias
Na bahia de meu deus
Dodo, osmar, luiz, alceu
Eu não esqueço um beijo seu
Preparar, apontar, correr
Alegria, alegria
Alegria original
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
"Eu não quero voltar sozinho" clica aqui
Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer, mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade
Janta by Marcelo Camelo
quarta-feira, janeiro 19, 2011
25/12/2010 - 08/01/2011



fotos by Tony Charles
Antigamente meus lutos duravam mais.
Aprendendo a, na hora da partida, fixar e guardar o cheiro bom, o gosto bom, tudo que for bom. Depois voltar a olhar pra frente e seguir, sem dores. Seguir desbravando o mundo. E se for verdade a historinha dos ciclos, os reencontros serão inevitáveis.
Aprendendo a, na hora da partida, fixar e guardar o cheiro bom, o gosto bom, tudo que for bom. Depois voltar a olhar pra frente e seguir, sem dores. Seguir desbravando o mundo. E se for verdade a historinha dos ciclos, os reencontros serão inevitáveis.
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